wondermarx

 
             

   
 
 

Terça-feira, Janeiro 24, 2006

 
uma tragédia shakespeariana em moema
amor é a cotovia, ela suplicava. não querida, é a rouxinol, por sua vez ele replicava. não, meu grande amor, é a cotovia, ela prosseguia. parados e indecisos no trânsito por fim um fenemê veio os carregou .
wondermarx - 4:53 PM

fala aí:

Segunda-feira, Janeiro 23, 2006

 
uol anuncia o new gay
parece que sempre foi assim. os excluídos se agrupam. ao se agruparem criam códigos de conduta que facilitam a sua sobrevivência e afirmam sua identidade. depois de um tempo ficam presos dentro desses códigos e passam a exluir o que vem de fora de mesma forma q foram excluídos. foi assim com a gay lib, a woman's lib, o blackpower, o flower power, as sufragistas, e por aí vai. os extremos acabam se encontrando numa curva parabólica. segundo o uol uma nova identidade gay foi observada: eles num são bombados, não usam cremes, não se depilam e não frequentam picos gays. enfim, eles passam longe do esteriótipo gay do final do milênio. na realidade a estética gay foi tão massificada nos anos 90 q qualquer mauricinho esperto assimilou rapidamente o look "calvin klein". virou coisa cafona, afirma o artigo no uol. acho q é assim mesmo. coisa de novo milênio: misturar, individualizar. o que me chamou a atenção é q esse novo gay adora gadgets eletrônicos _ tudo a ver com o milênio_ mas continua ouvindo mta música eletrônica. vamos combinar q música eletrônica é a coisa mais século passado? assumo a minha ignorância sobre as diversas tendências do eletrônico, mas concordo com uma amiga do rio q no início dos anos 00 declarou: se os cariocas estão ouvindo é pq já era. e veja bem, os mauricinhos tb adoram.
 

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