wondermarx

 
             

   
 
 

Quinta-feira, Dezembro 16, 2004

 

falta pouco para o começo de um novo milênio. um milênio q a imaginação humana previu ser o começo de uma nova era, cheia de paz, progresso e prosperidade. uma era onde a ciência triunfará sobre doenças como o câncer e a aids, um tempo de paz e entendimento entre os povos do oriente médio, quando a maior potência mundial usará todos seus esforços para promover o desenvolvimento das nações do mundo, quando o homem do povo finalmente ocupará o planalto promovendo a igualdade social e o final da fome. um tempo em que mais do que nunca a nossa participação será decisiva para criar um futuro melhor. cada dia é um novo milênio. sempre há tempo.


feliz ano novo.
wondermarx - 2:56 PM

fala aí:

Quarta-feira, Dezembro 15, 2004

 
american mentality
não entendi, não sei o que é isso, parece estranho. melhor atirar.
wondermarx - 10:34 AM

fala aí:

Terça-feira, Dezembro 14, 2004

 
pro 1.000ton, pra julia e a quem interessar possa
num costumo responder msgs a respeito do meu post, mas as duas msg longas q o 1.000ton e a julia deixaram no meu post anterior mereciam um comentário. primeiro tenho q concordar com o 1.000ton, a madonna SEMPRE (assim, tudo em maíscula como vc escreveu) foi careta e ela é um produto, ão uma pessoa. mas no meu texto eu me referia a imagem "contestadora "marqueteira q ela usou durante tantos anos tendo a maior parte do tempo o sexo como tema. careta ou não o fato é q usando a polêmica como veículo ela construiu a carreira dela. acho q provavelmente a "maturação pós-balzaca" de hj dela talvez seja outra boa jogada tb... mas chega de madonna. continuando: tb não acho q a culpa católica passeia pelas minhas palavras. _ no meu post anterior eu estava era refletindo sobre os valores, e sendo irônico, mais do q me sentindo propriamente culpado...acho mesmo q as coisas devem ter um valor e uma medida razoável, e qdo perdemos essa dimensão ficamos mto comprometidos com aquilo q queremos parecer ser, com aquilo q vestiamos, usamos, etc... e era sobre isso q eu estava me debruçando. mais específicamente sobre como para mim hj parece antiquado e fora de sintonia com o tempo o consumo louco da aparência, o hype e a vaidade. de como não quero pertencer a um grupo. acho q o bem estar deve estar apoiado em outro lugar. enfim, não acredito mais q "preciso" daquela roupa ou daquele carro_ não quero me identificar demais com nada q é exterior. e qdo os tenho pq queria mto assim mesmo, comemoro. acho q tudo de bom q conseguimos está aí para ser comemorado com a sua devida proporção. acho q num tem nada mais cafona do q fazer de conta q aquilo q custou mto custou pouco. acho quase um desrespeito....hehehe... fazer de conta q o mto é banal é coisa de quem quer aparentar alguma coisa. daí o bem em si não é um veículo de satisfação objetiva e sim um meio de ser percebido de uma outra maneira, de pertencer, uma encenação. e aí entra o meu cometário sobre o q a julia escreveu: embora eu não tenha entendido direito do q vc se desculpou num precisa se desculpar não. a opinião está aí pra ser dividida, mas pra mim poder trocar de carro, comprar roupa e fazer viagem é tudo. respeito q vc aprendeu com a maturidade q isso não é maior coisa do mundo e em parte concordo. mas é q eu acredito q ter essas coisas têm um preço, e na maioria das vezes num é pequeno. custou tempo do seu dia, da sua vida com a sua família, do seu afeto, dos seus sonhos_e essa parte dos juventude eu acho q é mto e q não tem a menor graça perder com a maturidade. eu pretendo continuar irriquieto e contestando o tempo q o minha lucidez permitir. não entendi exatamente a q primeira parte do q vc escreveu se referia, porém concordo q ninguém falou q ia ser fácil...
wondermarx - 10:38 PM

fala aí:

Domingo, Dezembro 12, 2004

 
qdo a gente vira a madonna
afinal de contas será mesmo importante pertencer a alguma coisa? a gente se entope de signos, logos, expressões na maior parte do tempo querendo dar indicação de onde somos, quem somos e a qual grupo pertencemos. conheço gente q na sua busca de fazer parte de alguma coisa já transitou da mais cabeça até a perua mais contumaz. será q agora ela se sente parte de alguma coisa efetivamente? e qdo fazemos parte de alguma coisa será q finalmente sossegamos? conversando com amigos durante o domingo pensei q um dia gostaria de fazer uma biografia das pessoas com quem convivi_ as pessoas q "pertencem" ao mesmo grupo q eu. num rápido inventário concluí q no meio do caminho entre os 30 e os 40 as pessoas dão uma guinada. aparentemente a maioria das pessoas passam a adotar o comportamento q não mto tempo antes atacavam. a madonna parece ser o melhor exemplo de como a bad gril transgressora pode em um par de anos se tornar uma lady, isso sem antes se tornar espiritualizada evidentemente. será que estamos todos destinados a nos tornar como diz aquela canção dos 70: ainda somos e vivemos como nossos pais? e o que foi feito da coerência com os valores q tanto acreditavamos pouco tempo atrás? alguém pode dizer q isso é amadurecimento... nah! i don't think so... sim, eu acreditava em meia dúzia de coisas q não acredito mais. em parte pq a gente perde a inocência e fica mais sambado e cético, mas ainda assim... pra mim sinto q estou na rota inversa. cada vez acho tudo menos certo, me levo menos a sério, acho tudo meio banal e burguês demais... e olha q em algum momento da adolescência eu já pensava assim_ certamente meu falecido pai comunista comemora agora em algum lugar... hj morro de culpa qdo numa volta pelo jardins gasto os tufos numa calça de grife bacana. fico pensando q não quero ser esse tipo de pessoa. esse tipo q esquece de por o valor certo das coisas nos lugares certos. nos lugares q pertecem!! olha o pertencer aí de novo! tudo bem, uma indulgência, uma vaidade, mesmo uma q alimentaria uma famíla por um mês não é o fim do mundo. estou falando daquela gente q vemos nas festas, nas colunas sociais, daqueles amigos de anos q de uma hora para outra adquirem um ar blasé qdo se referem a qualquer coisa: fiz uma comprinha, vou passar uma semaninha fora, fui dar um reciclada, comprei uma carrinho novo... o q aconteceu com essa gente?! aonde foi q os primeiros gdes sucessos _ q antecedem os primeiros gdes fracassos_ começaram a tomar conta? deus, qdo foi q eles começaram a falar tudo no diminutivo!? eu fico pensando se este meu súbito senso de juízo não é basicamente a culpa por ter me rendido ao consumo da vaidade...? é vai, ver q tudo isso é culpa mesmo. melhor respirar fundo, abrir um livro de cabala, fazer uma aula de pilates, ou melhor, tirar uma semaninha fora....
 

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