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Domingo, Julho 11, 2004

 
human jukebox
ouisha, a personagem de stockarg channing na versão para o cinema da peça de john guare "seis graus de separação", num determinando momento, já exausta com a superficialidade da sua vida de socialite novaiorquina, começa a divagar durante um jantar sobre o que fazemos com os nossos sentimentos. aonde nós guardamos as nossas experiências? o que fazemos com tudo o que sentimos qdo passamos por tudo q passamos além de de contar essas experiências casualmente em jantares e festas para entreter os nossos amigos? assim como se tivessemos nos tornado "human jukeboxes". como se a vida passasse por nós e tudo q conseguimos reter de todas as experiências, mesmo da nossa incapacidade de senti-las devidamente, fosse simplesmente um relato as vezes divertido ou indignado de um fato ocorrido. um relato q responde a um pedido de entretenimento tipo "conta aquela...". ou "lembra aquela vez...". como se estivessemos escolhendo uma música para tocar, ou um filme para alugar.
 

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